A Resolução CGSN nº 190/2026 está transformando a maneira como as empresas do Simples Nacional lidam com seus tributos. Com essa nova diretriz, os impostos sobre bens e serviços (IBS) e a contribuição sobre bens e serviços (CBS), quando pagos fora do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), não serão mais incluídos na receita bruta das empresas. Essa mudança pode parecer apenas um detalhe técnico, mas traz implicações importantes para o planejamento fiscal e a gestão financeira das empresas.
É comum que empresários subestimem a complexidade de calcular a receita bruta corretamente. A exclusão do IBS e CBS pode parecer uma simplificação, mas na verdade exige atenção redobrada. Ignorar esses detalhes pode resultar em surpresas desagradáveis, como multas ou ajustes fiscais inesperados, afetando diretamente o fluxo de caixa e a saúde financeira do seu negócio.
Como isso impacta o dia a dia?

A exclusão do IBS e CBS da receita bruta reduz a base de cálculo dos tributos no Simples Nacional. À primeira vista, isso parece uma vantagem, pois diminui o montante a ser pago, aliviando o caixa das empresas. No entanto, essa aparente vantagem vem com a necessidade de um controle rigoroso das obrigações fiscais. Sem esse controle, erros podem ocorrer, comprometendo a saúde financeira da empresa e resultando em penalidades.
Além disso, a receita bruta ajustada permite recalcular a alíquota efetiva de tributos, oferecendo uma visão mais precisa da carga tributária real. Essa clareza é essencial para um planejamento financeiro eficaz, mas depende de um acompanhamento contínuo das mudanças regulatórias e da capacidade de adaptação rápida às novas normas.
Como usar a mudança a seu favor?
Empresas que se adaptam rapidamente a essa mudança podem transformar a nova regra em uma vantagem competitiva. Uma gestão tributária eficiente, que considere a exclusão do IBS e CBS da receita bruta, pode resultar em economias significativas. Esses recursos economizados podem ser reinvestidos em áreas estratégicas da empresa, contribuindo para o crescimento e inovação.
Para isso, é crucial implementar sistemas de controle financeiro que integrem essas alterações. Ferramentas de gestão que atualizam automaticamente as mudanças regulatórias podem ajudar a evitar erros e otimizar o planejamento tributário, garantindo que a empresa esteja sempre em conformidade.
“Mas 2026 é só teste.” Sim. E o teste é onde se ganha a virada
Embora 2026 seja um ano de transição, com testes e ajustes, é nesse período que as empresas mais preparadas podem se destacar. Compreender e aplicar as novas regras antes da obrigatoriedade total permite que o empresário ajuste seus processos e minimize riscos futuros. Essa fase de teste deve ser vista como uma oportunidade para identificar e corrigir falhas, garantindo que, quando as mudanças forem plenamente implementadas, a empresa já esteja operando de forma otimizada e em conformidade.
O custo de descobrir isso tarde demais
Empresas que não se adaptarem rapidamente podem enfrentar custos elevados e até penalidades caso não cumpram com as novas diretrizes fiscais. A falta de preparação pode resultar em um aumento inesperado de tributos ou em problemas com o fisco. Traduzir essas mudanças para os seus números específicos e adaptar-se ao novo cenário fiscal é um trabalho complexo que requer expertise em contabilidade consultiva. A análise detalhada dos impactos no seu setor e a implementação de soluções personalizadas são essenciais para garantir que sua empresa não apenas se mantenha em conformidade, mas também prospere.
Conte com a Bono Conta para navegar por essas mudanças com confiança.
Oportunidades para a sua empresa
- Redução da base de cálculo para tributos do Simples Nacional
- Possibilidade de economia tributária significativa
- Liberação de recursos para investimentos estratégicos
- Ajuste antecipado aos novos regulamentos
- Otimização do planejamento tributário
Com informações de Portal Contábeis. Análise e texto: Redação Bono Conta.
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